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Sobre a abordagem fisioterapêutica e a síndrome pós-Covid, analise as afirmativas e assinale a INCORRETA.
Pacientes podem apresentar dispneia e fadiga em repouso e durante atividades de vida diária (AVD), disfunção muscular periférica e intolerância ao exercício, além de aumento no risco de desordem pós-traumática, ansiedade e depressão.
As sequelas atingem também aqueles que não tiveram a doença em sua forma severa, com restrição de volumes pulmonares, comprometimento da resistência e da difusão, além de diminuição na distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos.
Os sintomas mais frequentes são tosse, febre baixa e fadiga, mas podem incluir também dispneia, dor torácica, dor de cabeça, dificuldades neurocognitivas e tromboembolismo.
Muitos pacientes podem recuperar-se nas primeiras seis semanas espontaneamente ou com suporte mínimo, preferencialmente remoto, enquanto aqueles com a forma mais grave da doença e necessidade de internação prolongada têm indicação de realizar reabilitação pulmonar de forma gradual e individualizada.
As modalidades remotas têm sido implantadas a fim de minimizar as perdas dos pacientes ambulatoriais, respeitando as orientações para distanciamento social durante a pandemia, sendo, atualmente, a teleconsulta a única alternativa dos fisioterapeutas em exercer a tarefa de forma segura para os pacientes.