

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em algumas modalidades esportivas bem como no meio ocupacional, a articulação do cotovelo é tida como suscetível ao acometimento por lesões como fraturas, luxações e afecções que acometem os tecidos moles. Entre as tendinopatias mais comuns está a epicondilose lateral do cotovelo, também conhecida como “cotovelo de tenista”. Essa afecção tem origem multifatorial, porém os fatores de risco mais comentados estão vinculados a atletas que usam raquete e a trabalhadores. Sobre o programa de tratamento fisioterapêutico da epicondilose lateral, é correto afirmar que:
a utilização de gelo na fase aguda é indicada para controle do edema, porém não tem eficácia na redução do quadro álgico.
os exercícios de fortalecimento muscular são muito importantes para o restabelecimento da função ao longo do tratamento e devem ser direcionados primordialmente aos músculos extensores de cotovelo, que são os mais acometidos nessa patologia.
os estudos indicam que a fotobiomodulação (780 nm – 830 nm) no tratamento da epicondilose lateral não tem efetividade se utilizada na fase aguda da doença.
o tratamento pode incluir técnicas de terapia manual, entre elas a identificação e liberação de possíveis pontos-gatilhos na musculatura extensora de punho.
a mobilização neural pode estar indicada como método associado ao tratamento devido ao comprometimento do nervo ulnar, que é bastante comum nessa patologia.