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Com o passar dos anos o corpo humano passa pelo processo natural de envelhecimento e, no caso da pessoa idosa, é comum ser identificada diminuição de massa muscular associada à redução do grau de força muscular. Assim como há perda da densidade óssea, que enfraquece o componente esquelético do indivíduo, fragilizando-o e provocando fraturas. Todas essas mudanças ocasionam alterações que se refletem na sua postura, na maneira de andar, no equilíbrio e facilitam as quedas. A queda pode afetar a capacidade funcional e acarretar perdas tanto da autonomia, quanto da independência funcional. Baseado nesse contexto, os métodos avaliativos realizados em uma pessoa idosa que poderá predizer o risco de quedas são:
Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS) e Timed Up and Go (TUG).
Manual Ability Classification System (MACS) e Escala de Medida de Independência Funcional (MIF).
Escala de Força de Kendall e Teste de Romberg.
Teste de Romberg e Timed Up and Go (TUG).
Escala de Medida de Independência Funcional
(MIF) e Timed Up and Go (TUG).