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Embora nem todos, os benefícios clínicos produzidos pelo calor e pelo frio são similares. A seleção, contudo, se baseia em vários fatores que, no momento, poderão ser empíricos, mas que são de importância. Sendo assim, sobre calor e frio, assinale a alternativa INCORRETA.
Estágio de inflamação – geralmente, o frio é preferível durante o estágio agudo da inflamação para aliviar a dor, reduzir o sangramento e possivelmente reduzir o edema. O calor, em contraste, pode exacerbar o processo inflamatório inicial. Contudo, deve-se lembrar que o frio pode retardar o processo básico de regeneração.
Edema – o calor tende a aumentá-lo, especialmente nos estágios iniciais de inflamação e lesão. O frio pode ajudar a limitar o edema.
Extensibilidade do colágeno – essa é mais provável de ser afetada de modo benéfico por uma diminuição na temperatura.
Espasmo – tanto calor quanto frio podem diminuir o espasmo muscular associado a lesões musculoesqueléticas e irritação de raiz nervosa. Do mesmo modo, ambos reduzem a espasticidade decorrente de disfunção de neurônio motor superior, embora o calor faça isso por apenas um período curto de tempo; o frio é mais efetivo nessas circunstâncias, já que o retorno às temperaturas normais é mais demorado.
Contração muscular – o resfriamento moderado para aproximadamente 27ºC leva a um aumento na habilidade do músculo de manter uma contração.