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Sobre o tratamento fisioterapêutico nos casos de crianças com pé torto congênito estrutural, o fisioterapeuta deverá estruturar um plano que minimize as deficiências na estrutura e limitações de atividade e as restrições à participação social. Esse plano inclui:
Após a retirada do gesso, é importante manter a ADM do pé mediante mobilização das articulações tarsometatarsianas, subtalar e tibiotársica.
Nas idades pré-escolar e escolar, não há necessidade de incentivar o envolvimento dessas crianças em atividades que promovam melhora do equilíbrio, pois já passaram dessa etapa.
As crianças em idade escolar devem ser engajadas em atividades que diminuam a tolerância ao exercício físico e a capacidade funcional.
Acriança e os pais deverão ser orientados quanto aos alongamentos para prevenção de contraturas e deformidades, os quais devem ser realizados em dias alternados.
Deve ser reforçada, aos pais e à criança, a importância da utilização das órteses de adução, bem como os cuidados com ela (nível de evidência 5)