A amputação de um membro é um procedimento cirúrgico que embora possa salvar a vida do paciente, é sempre extremamente traumática. O fisioterapeuta deve atuar ao longo de todas as etapas do processo de reabilitação e oferecer um cuidado centrado no paciente, para que os objetivos possam ser traçados em conjunto.
Quanto à amputação, assinale a afirmativa correta.
A principal meta do período pós-cirúrgico é determinar a adequação do paciente para a protetização.
As contraturas leves, moderadas ou graves em flexão de quadril ou joelho respondem bem à mobilização passiva e aos exercícios resistidos.
O coto do membro amputado, mesmo apresentando grande sensibilidade e hipotônia, não deve ser um elemento impeditivo para a protetização.
O indivíduo com amputação transtibial possui maior prevalência de dor fantasma, mas esse fenômeno usualmente desaparece logo nas primeiras semanas após a amputação.
A dor no membro fantasma pode surgir após a amputação e ocorre em, aproximadamente, 90% dos casos, mas apenas nas amputações traumáticas.