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É consenso que a mobilização precoce de um paciente na UTI é uma conduta segura, eficaz, viável e benéfica na melhora da funcionalidade do paciente. Porém, encontram-se barreiras e limitações para a esta mobilização na unidade, que podem ser divididas em quatro grupos: relacionadas ao paciente, estruturais, culturais e processuais. É considerada uma barreira estrutural:
assincronia em ventilação mecânica.
dispositivos e equipamentos conectados ao paciente.
limitação no tempo e na quantidade de membros da equipe.
riscos laborais para a equipe envolvida na execução do protocolo de mobilização precoce.