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Um fisioterapeuta avalia um paciente com lesão medular em nível C6, que apresenta preservação dos extensores do punho, mas ausência de controle motor ativo dos membros inferiores. Considerando a funcionalidade desse paciente, a melhor estratégia para promover independência nas atividades diárias é:
Iniciar marcha assistida com órteses de longa perna, visto que a força em membros superiores é suficiente para suporte de peso.
Aplicar treino de ortostatismo prolongado para prevenção de osteoporose, sem necessidade de estímulos funcionais adicionais.
Priorizar a eletroestimulação funcional para restaurar controle voluntário dos músculos dos membros inferiores.
Utilizar a tenodese para permitir preensão funcional, aproveitando a contração dos extensores do punho.