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A mobilização precoce de pacientes críticos sob ventilação mecânica tem sido sustentada por evidências robustas que apontam benefícios funcionais e prognósticos, desde que respeitados critérios rigorosos de segurança clínica. Protocolos internacionais, como os propostos pela SCCM, enfatizam parâmetros hemodinâmicos, ventilatórios e neurológicos específicos para início de mobilização ativa assistida. Considerando um paciente adulto, intubado, com sedação leve, qual das condições a seguir configura o cenário mais adequado para a implementação segura da mobilização precoce?
Nível de sedação mantido em RASS entre -1 e 0, estabilidade hemodinâmica há pelo menos 24 horas e infusão de drogas vasoativas em patamar subcrítico.
Classificação ASA de risco cirúrgico inferior a III, ausência de episódios infecciosos recentes e estabilidade do equilíbrio ácido-base.
Capacidade de execução espontânea de movimentos simples associada a reflexos pupilares preservados e resposta ao estímulo verbal.
Manutenção de ventilação espontânea com suporte mínimo por período contínuo superior a trinta minutos, sem desconforto ventilatório evidente.
Saturação periférica de oxigênio superior a 92% em ar ambiente e escore negativo para delirium hipoativo pela escala CAM-ICU.