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Em um serviço de reabilitação com alto volume de pacientes, o fisioterapeuta responsável frequentemente coordena uma equipe que inclui outros profissionais e estagiários. A otimização do fluxo de trabalho e a garantia da qualidade assistencial dependem de uma clara distribuição de tarefas. Nesse contexto, a delegação de atividades para o pessoal de apoio deve ser criteriosa, respeitando os limites da competência de cada um e a responsabilidade técnica do fisioterapeuta. Com base nas normativas éticas e legais que regem a profissão, assinale a alternativa que descreve uma prática de supervisão e delegação adequada.
Encarregar o pessoal de apoio da condução de grupos terapêuticos com exercícios gerais de baixa complexidade, enquanto o fisioterapeuta se dedica exclusivamente aos atendimentos individuais, realizando a supervisão do grupo de forma indireta por meio da revisão dos registros de frequência.
Delegar ao estagiário do último ano a realização da goniometria inicial do paciente, permitindo que ele registre os dados no prontuário para otimizar o tempo do fisioterapeuta, que posteriormente validará as medidas para elaborar o diagnóstico.
Permitir que o auxiliar de fisioterapia, com base na observação do cansaço do paciente, realize ajustes na intensidade ou no número de repetições dos exercícios cinesioterapêuticos prescritos no plano, comunicando a alteração ao fisioterapeuta ao final do dia.
Atribuir ao pessoal auxiliar a responsabilidade pela preparação do ambiente terapêutico, como a higienização de equipamentos, e a aplicação de modalidades físicas simples, como compressas térmicas, desde que a indicação, os parâmetros e a supervisão direta sejam exclusivamente do fisioterapeuta.