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A tendinopatia, uma condição comum caracterizada por dor e limitação funcional nos tendões que conectam músculos aos ossos, é frequentemente abordada com terapia por exercício. Pesquisas extensivas sobre esse tema destacam que os tendões da panturrilha (Aquiles), joelho (patelar), cotovelo e ombro são os mais estudados. O fortalecimento muscular é a modalidade de exercício mais frequentemente investigada, especialmente para as tendinopatias dos membros inferiores, embora outras abordagens como alongamento, treino de equilíbrio e atividades aeróbicas também sejam utilizadas. No contexto do tratamento da tendinopatia, qual a importância da educação do paciente para a autogestão da condição?
Tem um papel mínimo, sendo a intervenção profissional a única via eficaz.
É relevante apenas para fisioterapeutas validarem suas condutas junto ao paciente.
É limitada para evitar que os pacientes desenvolvam expectativas irrealistas sobre a recuperação.
É fundamental para que os pacientes possam autogerenciar sua condição, aumentando a autoeficácia e a adesão ao tratamento.