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Durante o atendimento fisioterapêutico, uma mulher jovem relata episódios de incontinência urinária e dor durante a relação sexual. Ela menciona que esses sintomas surgiram após ter sido diagnosticada com uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) meses atrás. Considerando esse caso, qual é a conduta mais adequada do fisioterapeuta em relação ao Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico (TMAP)?
Evitar qualquer intervenção, pois o histórico de IST contraindica o uso do TMAP.
Incluir o TMAP como parte do plano de tratamento, já que ele pode ajudar tanto a melhorar a incontinência urinária quanto as disfunções sexuais associadas.
Encaminhá-la diretamente ao ginecologista, já que questões relacionadas à sexualidade não fazem parte da atuação fisioterapêutica.
Aplicar o TMAP apenas se houver queixa exclusiva de incontinência urinária, pois ele não contribui para outras disfunções.
Reforçar que o TMAP é indicado apenas para mulheres idosas, sem utilidade comprovada para mulheres jovens com histórico de IST.