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De acordo com o estudo apresentado no livro Fisioterapia Neurofuncional (Ruh, Anelice Calixto, org., 2018), sobre a atuação fisioterapêutica em grupo no tratamento de pacientes com Doença de Parkinson (DP), é correto afirmar que:
A abordagem fisioterapêutica mostrou-se ineficaz como coadjuvante ao tratamento medicamentoso, já que a progressão da doença impediu melhora em qualquer domínio funcional ou cognitivo dos pacientes avaliados.
O congelamento da marcha (freezing of gait) é uma manifestação rara na DP e não foi considerado um fator limitante significativo no estudo, pois não afeta o desempenho funcional em ambientes reais.
A análise da evolução clínica dos pacientes demonstrou a necessidade de avaliações longitudinais baseadas em instrumentos validados, a fim de direcionar o plano terapêutico com maior efetividade.
Os principais sintomas da Doença de Parkinson: tremor de repouso, bradicinesia e rigidez, são suficientes para definir a gravidade da doença, tornando dispensável o uso de escalas complementares como a UPDRS ou PDQ-39.