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A instabilidade glenoumeral relaciona-se a falhas estáticas (labrum, cápsula articular) e dinâmicas (manguito rotador, cinemática escapular). Escamilla & Andrews (2018) evidenciam que déficits dos rotadores externos aumentam o risco de recorrência em atletas. Considerando a intervenção fisioterapêutica fundamentada em biomecânica, qual proposição expressa conduta clinicamente consistente?
Fortalecer rotadores externos e estabilizadores escapulares, integrando exercícios funcionais progressivos ajustados à demanda articular.
Manter restrição prolongada da mobilidade glenoumeral, priorizando a estabilidade passiva em detrimento da recuperação funcional ativa.
Priorizar alongamentos de rotadores externos, visando aumento da amplitude articular com ênfase na flexibilidade de tecidos periarticulares.
Direcionar exercícios resistidos para rotadores internos, assumindo papel principal na manutenção da estabilidade glenoumeral funcional.
Concentrar a intervenção em técnicas manuais isoladas, sem incorporação de estratégias de reeducação neuromuscular segmentar.