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A literatura sobre envelhecimento (Granacher et al., 2012; Shumway-Cook & Woollacott, 2017) enfatiza que alterações biomecânicas decorrentes de sarcopenia, diminuição da propriocepção e perda de flexibilidade comprometem equilíbrio postural e ampliam risco de quedas. Programas de fisioterapia geriátrica que integram treino de força, coordenação e dupla tarefa têm demonstrado redução significativa da incidência de quedas em idosos frágeis. À luz dessa evidência, qual proposição expressa com maior precisão o paradigma atual da fisioterapia postural no envelhecimento?
Estratégias fundamentadas exclusivamente em exercícios respiratórios restauram a propriocepção perdida, promovendo equilíbrio estável em idosos com sarcopenia.
Protocolos voltados apenas ao alongamento passivo garantem estabilidade postural global, dispensando treino de força ou estratégias cognitivas adicionais.
Intervenções que associam treino de força, coordenação e dupla tarefa reduzem risco de quedas, otimizando equilíbrio postural em idosos frágeis.
Programas baseados apenas em treino de flexibilidade demonstram superioridade em comparação ao treinamento combinado de força e dupla tarefa.
Abordagens restritas ao treino resistido isolado promovem reabilitação postural integral, sem necessidade de estratégias integradas para idosos.