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A incorporação de terapias regenerativas, como plasma rico em plaquetas (PRP) e células-tronco mesenquimais, ao manejo fisioterapêutico de lesões musculoesqueléticas, tem sido alvo de intenso debate científico. Revisões recentes (Mishra et al., 2019; Andia & Maffulli, 2021) indicam resultados promissores em tendinopatias e cartilagens, mas ressaltam a necessidade de protocolos padronizados e integração com reabilitação ativa. Considerando essa discussão, qual proposição traduz a compreensão mais acurada sobre tais terapias?
Evidências preliminares indicam benefício em tendinopatias específicas, mas sua aplicação isolada permanece insuficiente para resultados consistentes.
As terapias regenerativas oferecem potencial promissor em lesões musculoesqueléticas, mas requerem integração com fisioterapia ativa e protocolos padronizados.
Resultados clínicos revelam heterogeneidade significativa, reforçando a necessidade de ensaios robustos antes da incorporação rotineira.
Protocolos atuais sugerem que PRP e células-tronco funcionam melhor como coadjuvantes, não como substitutos da reabilitação fisioterapêutica.
Estudos apontam resposta positiva em contextos restritos, mas ausência de padronização metodológica compromete sua validação definitiva.