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A Paralisia Cerebral (Encefalopatia Crônica Não Progressiva) apresenta diversos quadros clínicos dependendo da área cerebral afetada. Um paciente apresenta diplegia espástica, com comprometimento maior em membros inferiores, marcha em tesoura e equino dinâmico. Qual é o recurso terapêutico mais adequado para o manejo da espasticidade e melhora da funcionalidade da marcha neste caso, visando inibição de tônus e alinhamento biomecânico?
Realização exclusiva de termoterapia por calor profundo (ultrassom contínuo) nos tríceps surais para relaxamento muscular.
Indicação cirúrgica imediata de artrodese de tornozelo como primeira opção terapêutica antes de qualquer tratamento conservador.
Utilização de Órteses Suropodálicas (AFO) associada à toxina botulínica e fisioterapia motora para alongamento e fortalecimento de antagonistas.
Prescrição de repouso absoluto para evitar a fadiga muscular e uso de cadeira de rodas motorizada para evitar o gasto energético.