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As disfunções sexuais femininas, como dispareunia...

As disfunções sexuais femininas, como dispareunia, anorgasmia e desejo hipoativo, são frequentes após a menopausa e impactam a qualidade de vida da mulher idosa. Considerando a abordagem fisioterapêutica nessas alterações, assinale a alternativa correta.


A

A abordagem deve incluir avaliação funcional detalhada do assoalho pélvico com quantificação da força muscular, identificação de hipertonia ou hipoatividade, aplicação progressiva de treinamento muscular perineal supervisionado, biofeedback eletromiográfico ou manométrico e uso complementar de técnicas manuais em casos de dor associada a hipertonias.


B

A estratégia fisioterapêutica deve priorizar eletroestimulação intravaginal de média frequência com corrente bifásica simétrica, associada à cinesioterapia passiva e termoterapia pélvica, visando à analgesia e ao aumento da vascularização local antes da introdução de técnicas de biofeedback e contrações ativas voluntárias.


C

O plano terapêutico deve contemplar exercícios de coordenação e sinergismo dos músculos da região pélvica e abdome, com integração respiratória e contrações submáximas de baixa carga e uso intermitente de cones vaginais, respeitando o controle pressórico intra-abdominal e a ativação concêntrica dos músculos do assoalho pélvico.


D

Em quadros de disfunção sexual pós-menopausa com predomínio de dor pélvica, recomenda-se mobilização miofascial interna e externa para modulação do tônus, associada à eletroestimulação sensorial de baixa frequência e técnicas de relaxamento diafragmático, com posterior progressão para fortalecimento ativo e treino proprioceptivo intrapélvico.


E

Em casos de hipoatividade muscular sem dor associada, a intervenção deve concentrar-se em eletroestimulação de alta frequência para promover contração rápida e sustentada, sem necessidade de treino ativo ou controle respiratório, pois o estímulo elétrico isolado é suficiente para restabelecer a função sexual e tônus do assoalho pélvico.