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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca crônica classe funcional II (NYHA), é encaminhado para programa de reabilitação cardíaca. A avaliação inicial revela dispneia aos pequenos esforços, fadiga limitante e fração de ejeção de 38%. O fisioterapeuta prescreve programa de exercícios aeróbicos progressivos de intensidade moderada.
O mecanismo fisiológico que explica a melhora da capacidade funcional com o treinamento neste paciente é
o aumento da frequência cardíaca de repouso com redução do volume sistólico e manutenção do débito cardíaco.
a melhora da eficiência cardíaca, o aumento do débito cardíaco e a otimização da utilização periférica de oxigênio.
a redução da pré-carga ventricular com diminuição do retorno venoso e menor trabalho cardíaco em repouso.
o aumento da resistência vascular periférica com redistribuição do fluxo sanguíneo para a musculatura respiratória.