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Os efeitos favoráveis da reabilitação cardiovascular com ênfase nos exercícios físicos têm sido consistentemente documentados, demonstrando significativas reduções da morbimortalidade cardiovascular e global, bem como da taxa de hospitalização, com expressivo ganho de qualidade de vida. Considerando a divisão em fases, proposta pela Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular (2020), é CORRETO afirmar que:
Fonte: CARVALHO, T.; MILANI, M.; FERRAZ, A.S.; SILVEIRA, A.D.; HERDY, A.H.; HOSSI, C.A.C. et al. Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular. Arq. Bras. Cardiol., v. 114, n. 5, p. 943-987, 2020.
a fase 2 começa imediatamente após a fase 1, ainda intra-hospitalar, a fase 3 imediatamente após a alta hospitalar, e tem duração média de 3 meses, e a fase 4 costuma ter duração de 3 a 6 meses.
a reabilitação cardiovascular é dividida em fases temporais, sendo a fase 1 e 2 intra-hospitalar e as fases 3 e 4 ambulatoriais.
a reabilitação cardiovascular deve ser iniciada imediatamente após o paciente ter sido considerado clinicamente compensado, como decorrência do tratamento clínico e/ou intervencionista.
na fase 1, objetiva-se a progressão dos benefícios da reabilitação cardiovascular ou, pelo menos, a manutenção dos ganhos obtidos.
na fase 2 da reabilitação cardiovascular, objetiva-se que o paciente tenha alta hospitalar com as melhores condições físicas e psicológicas possíveis, municiado de informações referentes ao estilo saudável de vida.