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Paciente com doença oncológica avançada, em acompanhamento em cuidados paliativos, apresenta dispneia aos mínimos esforços, fraqueza e ansiedade. Encontra-se clinicamente estável, porém com importante limitação funcional e redução da tolerância ao esforço. Considerando os princípios da atuação fisioterapêutica no contexto paliativo, cujo foco é o controle de sintomas, a preservação da funcionalidade possível e a melhoria da qualidade de vida, a abordagem prioritária deve focar em:
Treino aeróbico máximo para ganho de condicionamento.
Aplicação exclusiva de recursos térmicos.
Fortalecimento resistido de alta intensidade.
Suspensão de mobilização para evitar fadiga.
Técnicas ventilatórias, posicionamento terapêutico, economia de energia e manutenção da funcionalidade possível.