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Sra. Marisa, 62 anos, apresenta artrite reumatoide com dor crônica em joelhos e punhos, rigidez matinal e dificuldade para realizar atividades instrumentais da vida diária (AIVD), como cozinhar e vestir-se. Ela também tem histórico de quedas devido à instabilidade articular.
O fisioterapeuta que a acompanha na atenção secundária precisa planejar intervenções que promovam segurança, funcionalidade e autonomia da paciente. Considerando a prática fisioterapêutica em reumatologia na atenção secundária, assinale a alternativa que melhor descreve uma conduta adequada:
Aplicar exercícios genéricos de alongamento e fortalecimento, sem avaliar funcionalidade ou definir metas individuais, deixando o acompanhamento da evolução para outros profissionais da equipe.
Avaliar força, amplitude de movimento, equilíbrio e marcha, estabelecer metas funcionais personalizadas (como caminhar sem auxílio e melhorar AIVD), prescrever exercícios específicos, orientar prevenção de quedas e adaptações domiciliares, e monitorar a evolução funcional em integração com a equipe multiprofissional.
Atuar somente durante internações hospitalares, sem planejamento ambulatorial, acompanhamento longitudinal ou estratégias de prevenção de quedas e limitações funcionais.
Limitar a atuação ao encaminhamento para especialistas em ortopedia ou hospitalares, sem desenvolver intervenções ambulatoriais específicas ou acompanhar o progresso funcional.