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Uma mulher de 40 anos, multípara, apresenta queixa de “sensação de peso na vagina” e a presença de uma “bola” no intróito vaginal, especialmente ao final do dia. O diagnóstico médico é de Prolapso de Órgãos Pélvicos (POP) Grau II da parede anterior (cistocele). A avaliação fisioterapêutica revela fraqueza dos músculos do assoalho pélvico (MAP). Qual é a abordagem fisioterapêutica mais completa e baseada em evidências?
Indicar cirurgia como única opção, pois a fisioterapia é ineficaz para prolapsos.
Focar exclusivamente no fortalecimento do músculo reto abdominal para criar uma “cinta” de suporte.
Um programa que inclua treinamento dos MAP (força, resistência e coordenação), treino do “knack” (contração pré-esforço), modificações comportamentais (ex: evitar manobra de Valsalva) e, se necessário, o uso de um pessário como suporte mecânico.
Aconselhar a paciente a evitar qualquer tipo de exercício físico e a permanecer em repouso para não piorar o prolapso.
Utilizar eletroestimulação do assoalho pélvico como tratamento isolado, sem a necessidade de exercícios ativos.