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Um paciente de 42 anos com Esclerose Múltipla (forma remitente-recorrente) queixa-se de...

Um paciente de 42 anos com Esclerose Múltipla (forma remitente-recorrente) queixa-se de uma fadiga avassaladora que o impede de completar suas tarefas no trabalho. Ele relata que “começa o dia bem, mas a força simplesmente desaparece à tarde”. A fisioterapeuta suspeita que o principal componente da fadiga deste paciente seja a fatigabilidade motora (piora do desempenho com a atividade) e não apenas a fadiga subjetiva ou lassidão. Qual dos seguintes procedimentos de avaliação seria o mais objetivo e específico para quantificar a fatigabilidade motora e confirmar a hipótese da fisioterapeuta?


A

Realizar um Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6), mas, em vez de focar apenas na distância total, analisar a variação da velocidade ou a distância percorrida a cada minuto, buscando um declínio percentual significativo ao longo do teste.


B

Aplicar a Escala Modificada de Impacto da Fadiga (MFIS) no início e no final do dia para comparar a percepção subjetiva da fadiga.


C

Conduzir uma entrevista detalhada sobre a qualidade do sono do paciente e aplicar a Escala de Sonolência de Epworth para descartar distúrbios do sono como causa primária.


D

Realizar uma única medição da força de preensão manual com um dinamômetro para estabelecer uma linha de base da força do paciente.


E

Encaminhar o paciente para uma avaliação neuropsicológica para investigar se a fadiga tem origem em fatores cognitivos ou depressivos.