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As estratégias modernas para o manejo da dor musculoesquelética têm migrado de modelos puramente estruturais para abordagens biopsicossociais, focando na resiliência tecidual e na autogestão do paciente por meio do movimento. Diante da necessidade de integrar a exposição gradual e a modulação de crenças que interferem na recuperação funcional, assinale a alternativa CORRETA.
O tratamento contemporâneo deve priorizar o repouso absoluto em fases agudas para evitar a cronificação da dor, utilizando recursos passivos como modalidade isolada para garantir a estabilidade das estruturas musculoesqueléticas e impedir o dano tecidual.
O uso de técnicas manuais deve ser aplicado como recurso soberano e isolado, dispensando o engajamento ativo do paciente, uma vez que o ajuste passivo das superfícies articulares é suficiente para reverter processos de sensibilização central.
A correção minuciosa de assimetrias posturais estáticas é o fator mais determinante no tratamento da dor lombar inespecífica, visto que a literatura estabelece uma correlação direta e linear entre o desalinhamento da coluna e a intensidade da experiência álgica.
As estratégias de exposição gradual ao movimento e a educação em neurociência visam reduzir a ameaça percebida pelo sistema nervoso central, facilitando a modulação descendente e permitindo que o paciente retome atividades funcionais sem reforçar comportamentos de evitação por medo.
A intervenção deve focar exclusivamente na eliminação de achados anatômicos em exames de imagem, como hérnias discais, pois a presença dessas alterações impede a eficácia das condutas de reabilitação física e a recuperação funcional plena.