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Uma mulher de 32 anos, G2P2, no puerpério tardio (B semanas após parto vaginal), relata perda urinária aos esforços, sensação de peso na região pélvica e dificuldade para retomar atividades físicas. Observa-se fraqueza da musculatura do assoalho pélvico (Oxford grau 2), presença de diástase dos músculos retos abdominais de 3 cm e coordenação inadequada entre contração do assoalho pélvico e aumento da pressão intra-abdominal. Com base nesse caso, assinale a alternativa CORRETA.
O fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico através dos exercícios de Kegel está indicado, devendo-se priorizar a coordenação respiratória e evitar a realização de manobras de Valsalva.
A realização precoce de exercícios abdominais tradicionais e recomendada para correção da diástase abdominal, independentemente do grau de separação muscular.
O biofeedback e a eletroestimulação são contraindicados em todos os casos de incontinência urinária no puerpério, devido ao risco de lesão tecidual.
A orientação de evitar todo tipo de atividade física até 6 meses de pós-parto é tida como essencial para não agravar a disfunção do assoalho pélvico.
A reeducação do assoalho pélvico só deve ser iniciada após a total resolução da diástase, pois ativá-lo precocemente agravaria a separação muscular.