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Durante a avaliação de um paciente com dor lombar crônica, o fisioterapeuta observa redução de mobilidade segmentar, encurtamento de cadeia posterior, fraqueza de estabilizadores do tronco e piora dos sintomas em atividades sustentadas. Ao relacionar esses achados aos princípios cinesiológicos e biomecânicos, a intervenção deve priorizar:
fortalecimento global sem controle de movimento, pois a dor lombar crônica decorre predominantemente de perda de força máxima.
mobilização segmentar, controle motor lombopélvico, alongamento específico e progressão funcional orientada por tolerância.
repouso relativo prolongado, restrição de flexão lombar e retorno às atividades após remissão completa dos sintomas.
manipulação vertebral isolada, pois a correção articular elimina a necessidade de reeducação muscular.