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No pós-operatório de cirurgias plásticas ou reparadoras, a conduta fisioterapêutica deve respeitar fase inflamatória, integridade tecidual e risco de complicações. Quando o objetivo é prevenir aderências e favorecer mobilidade tecidual sem aumentar agressivamente a resposta inflamatória inicial, a tomada de decisão depende prioritariamente da:
irritabilidade do tecido.
dominância lateral.
reserva cronotrópica.
complacência pulmonar.
velocidade de condução nervosa.