

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
As condutas fisioterapêuticas em pacientes com alterações plaquetométricas devem considerar o risco hemorrágico, sendo fundamentais a individualização da abordagem e a escolha criteriosa das intervenções. Considerando um paciente com contagem plaquetária entre 10.000 e 20.000/mm3, sem sinais clínicos de sangramento, assinale a alternativa correta:
A fisioterapia deve restringir-se exclusivamente a intervenções respiratórias passivas, evitando qualquer tipo de contração muscular ativa, ainda que de baixa intensidade, devido ao elevado risco de hemorragia espontânea.
A abordagem fisioterapêutica pode incluir exercícios ativos livres e assistidos, além de exercícios isométricos e isotônicos de baixa intensidade, monitorados por percepção subjetiva de esforço, sendo contraindicadas técnicas que promovam estresse mecânico adicional aos tecidos, como alongamentos musculares.
Estão indicados exercícios funcionais com descarga de peso, deambulação supervisionada e alongamentos passivos, desde que o paciente permaneça assintomático e com estabilidade hemodinâmica.
A realização de exercícios resistidos leves e alongamentos globais é recomendada, desde que respeitados limites de dor e fadiga, sendo dispensável o uso de escalas subjetivas de esforço devido ao baixo impacto dessas atividades.
A conduta fisioterapêutica pode incluir exercícios resistidos progressivos e atividades funcionais independentes, uma vez que a ausência de sangramento clínico reduz significativamente o risco de complicações hemorrágicas.