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O atendimento fisioterapêutico em serviços de urgência e emergência deve priorizar a estabilização clínica, a prevenção de complicações e a atuação integrada com a equipe multiprofissional. Em sala de emergência, um paciente politraumatizado, hemodinamicamente estável, apresenta fratura de fêmur e contusão torácica, com respiração superficial e dor importante. A conduta do fisioterapeuta nesse cenário é
iniciar treino de marcha com carga parcial, mesmo diante da instabilidade funcional.
atuar na estabilização, favorecer ventilação adequada e prevenir complicações respiratórias e tromboembólicas.
restringir a atuação a alongamentos dos membros superiores, sem considerar o quadro clínico global.
observar o paciente, sem intervenção ativa, aguardando evolução espontânea.