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Durante uma ação territorial, a equipe atende a Sra. Helena, de 52 anos, com diagnóstico de esclerose sistêmica (esclerodermia) em fase estável, apresentando espessamento cutâneo em mãos, redução de mobilidade articular em dedos, dor em extremidades, diminuição da força de preensão e dificuldade para atividades manuais finas, como preparo de alimentos e manejo de instrumentos agrícolas leves. Ela relata também redução da participação em feiras comunitárias, que antes faziam parte de sua rotina social e laboral. Na avaliação, são utilizados o Health Assessment Questionnaire Disability Index (HAQ-DI), a dinamometria manual e a análise funcional baseada na CIF, identificando limitações em uso fino das mãos (d440), autocuidado (d510), vida doméstica (d640) e participação social (d910), além de fatores ambientais relacionados à baixa adaptação de utensílios e ausência de recursos assistivos na comunidade. Considerando os princípios da Reabilitação Baseada na Comunidade (RBC), assinale a alternativa CORRETA.
Manter o foco na redução do processo inflamatório sistêmico por meio de encaminhamento prioritário à reumatologia hospitalar, suspendendo intervenções fisioterapêuticas na atenção primária até estabilização clínica completa.
priorizar intervenções centradas em terapias passivas intensivas, considerando que a progressão da doença limita a eficácia de abordagens funcionais ativas.
Organizar o cuidado com base em adaptações funcionais no contexto domiciliar e comunitário.
Direcionar o tratamento para o ambiente hospitalar especializado em reabilitação reumatológica, visto que intervenções comunitárias não apresentam foco principal em doenças autoimunes com comprometimento funcional.