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O joelho é classificado como articulação do tipo sinovial, a maior do corpo humano, estruturada pela união de três ossos na cápsula articular: patela, tíbia e fêmur. A articulação tibiofemoral é formada pelos côndilos da tíbia e do fêmur. A articulação femoropatelar, responsável pela absorção do choque junto ao menisco, bem como pelo suporte do peso corporal, é formada pelo fêmur e pela patela. Referente as lesões do joelho, é INCORRETO afirmar:
Na reabilitação do LCA, deve-se buscar restaurar a faixa normal de força, movimento e capacidade funcional, protegendo o enxerto. A força de fixação influenciará a força do enxerto durante as primeiras 4 ou 6 semanas, com estudos mostrando que o enxerto perde força, ficando mais fraco entre a quarta e a décima segunda semana.
Os meniscos reduzem o estresse, aumentando a área de contato existente entre o fêmur e a tíbia. A perda de tecido meniscal promove o contato tibiofemoral, dando ensejo à artrose progressiva e ao declínio funcional a longo prazo.
Um terço das lesões de pacientes jovens é causado por lesões esportivas, devido a movimentos de corte ou torção, hiperextensão ou ações com grande força. Em mais de 80%, em adultos, são lesões meniscais isoladas causadas na maioria das vezes por torção de joelho relacionada ao esporte.
O reparo meniscal é um procedimento importante, que visa preservar os tecidos e prevenir futuras artroses.
O desempenho fisioterapêutico na sutura meniscal pós-operatória visa à reabilitação e, entre os principais objetivos, está o de mitigar os sintomas dolorosos e inflamatórios que o paciente possa apresentar, além de garantir a manutenção ou o ganho da amplitude de movimentos do indivíduo.