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Uma mulher de 46 anos apresentou dor persistente no ombro há nove meses. Apesar da melhora da amplitude de movimento desde a instalação do quadro, mantém incapacidade importante devido ao medo de movimentar o membro e à crença de que qualquer esforço agravará a lesão.
A estratégia mais alinhada com as evidências científicas recentes indica que o Fisioterapeuta deve
manter a imobilização até a ausência completa da dor.
usar apenas o ultrassom terapêutico e a biofotomodulação na região cervical.
desenvolver a educação em dor para reduzir o medo, o que favoreceria o retorno às atividades.
priorizar, exclusivamente, a terapia manual e os exercícios de fortalecimento do manguito rotador.
evitar os movimentos dolorosos e orientar o paciente a permanecer o maior tempo em repouso.