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Uma mulher de 46 anos, com diagnóstico de hipofunção vestibular unilateral crônica, relata visão borrada ao caminhar e ao movimentar rapidamente a cabeça.
O teste de impulso cefálico é positivo para o lado acometido, e a acuidade visual dinâmica piora durante os movimentos cefálicos. Não há vertigem posicional nem sinais neurológicos centrais.
Considerando o principal mecanismo relacionado à queixa de instabilidade visual, assinale a opção que indica a estratégia que deve integrar, prioritariamente, o programa de reabilitação vestibular.
Exercícios de reposicionamento canalicolar repetidos, mesmo sem vertigem ou nistagmo desencadeados por mudanças de posição.
Treinamento de equilíbrio com os olhos fechados, evitando inicialmente exercícios que produzam deslizamento da imagem na retina.
Exposição prioritária a estímulos optocinéticos intensos, buscando provocar sintomas até a habituação completa antes de iniciar movimentos cefálicos.
Exercícios voluntários de sacadas e perseguição ocular com a cabeça imóvel, utilizados como principal método para restaurar o ganho do reflexo vestibulo-ocular.
Exercícios de estabilização do olhar com movimentos da cabeça e alvo visual fixo, progredidos conforme a velocidade cefálica, a posição corporal e a complexidade da tarefa.