

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma paciente de 43 anos apresenta dificuldade para discriminar texturas, reconhecer a posição dos dedos da mão e ajustar a preensão de um objeto sem olhar, 12 semanas após um TCE. Seu desempenho melhora quando ela compara o estímulo com o da mão não afetada ou usa a visão para compensar a deficiência sensitiva.
Sobre o caso relatado, assinale a opção que apresenta a estratégia que melhor representa a reabilitação sensorial orientada por aprendizagem.
Aplicar estímulos táteis variados de forma passiva e repetitiva, sem solicitar sua identificação, para aumentar a quantidade de aferências recebidas pelo córtex.
Treinar a discriminação ativa com previsão da resposta, a comparação entre estímulos, feedback e dificuldade progressiva, usando a visão ou o lado não afetado como comparação.
Concentrar a sessão em tarefas motoras de alcance e preensão, pois a prática funcional recupera espontaneamente a discriminação sensorial sem treino específico.
Evitar referências visuais e comparação com o lado não afetado desde o início, porque qualquer pista externa impede a reorganização do hemisfério lesionado.
Aguardar a recuperação espontânea por pelo menos seis meses antes de iniciar treinamento perceptivo, para não interferir no processo biológico de restituição.