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Utilizada corriqueiramente para determinar a presença de...

Utilizada corriqueiramente para determinar a presença de obstrução ao fluxo de ar em enfermarias e ambulatórios, a medida do pico do fluxo expiratório (PFE) ou peak flow capta a força e a velocidade máxima de exalação de ar. Sobre as particularidades do uso, influenciadores e limitações dessa medida na prática da fisioterapia respiratória, é correto afirmar:


A

a mensuração do PFE não sofre interferência da colaboração ou do nível de consciência, pois trata-se de um fluxo gerado no fechamento obrigatório da glote.


B

é um parâmetro fortemente influenciado pelo esforço expiratório máximo gerado, sendo que valores reduzidos nem sempre são diagnósticos de obstrução nas vias aéreas inferiores, pois podem resultar de fraqueza neuromuscular e quadros dolorosos abdominais.


C

pelo seu mecanismo restritivo fisiológico, ela diagnostica isoladamente e com 100% de precisão as desordens musculares adquiridas na UTI (FAUTI) e falências de músculos respiratórios.


D

seu valor absoluto de referência predito independe de altura, sexo e idade dos pacientes, padronizando-se uma margem funcional única de 200 L/min.


E

exige que o paciente respire tranquilamente a volume corrente normal na máscara, captando a oscilação natural do fluxo sem qualquer comando de esvaziamento total do pulmão.