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A vigilância do quadril na paralisia cerebral busca reconhecer o deslocamento progressivo antes da instalação de dor e perda funcional. O Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS) integra a definição desse acompanhamento, que é caracterizado por:
Um acompanhamento por imagem em intervalos uniformes entre os níveis funcionais, com encerramento vinculado à estabilidade da marcha e à ausência de sintomas no quadril.
Um acompanhamento clínico periódico que indica a radiografia após dor ou limitação de abdução, com frequência definida pelo tipo de tônus e pela resposta ao alongamento.
Um controle radiográfico iniciado diante de alterações da marcha, com continuidade definida pela distribuição da espasticidade e pela resposta obtida com o tratamento conservador.
Um acompanhamento clínico e radiográfico programado desde a suspeita diagnóstica, cuja frequência considera idade, GMFCS, tipo de marcha aplicável e progressão da migração.
Um rastreamento guiado pela amplitude passiva e pela obliquidade pélvica, com radiografia destinada a confirmar o deslocamento que já apresenta repercussão clínica progressiva.