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Durante um sprint, um atleta sente dor súbita junto à tuberosidade isquiática, percebe um estalo e interrompe a corrida. Nas horas seguintes, surgem equimose proximal extensa, fraqueza acentuada na flexão do joelho, dor para sentar e parestesia posterior na coxa. Ele solicita o início do protocolo habitual para uma distensão dos isquiotibiais. Assinale a conduta CORRETA.
Interromper a progressão esportiva, proteger o segmento e encaminhar prontamente para avaliação médica e por imagem diante da suspeita de avulsão proximal com envolvimento neural.
Aplicar uma mobilização neural de baixa amplitude, introduzir o alongamento progressivo e manter a corrida leve para diferenciar uma irritação neural transitória de uma lesão muscular proximal.
Realizar técnicas manuais ao redor do hematoma, recuperar gradualmente o comprimento muscular e iniciar saltos depois da melhora da flexão ativa do joelho.
Tratar o quadro como uma tendinopatia proximal reativa, iniciar contrações isométricas e avançar para a corrida quando a dor ao sentar diminuir nas atividades habituais.
Classificar o quadro como uma lesão musculotendínea de alto grau, iniciar contrações isométricas protegidas e solicitar imagem caso a força permaneça reduzida após as primeiras sessões.