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Na fase inicial após um acidente vascular cerebral, uma paciente apresenta o membro superior flácido, subluxação inferior do ombro e dor durante as transferências. A elevação ativa do braço permanece ausente, e o familiar costuma puxar o braço para ajudar a paciente a levantar-se. Assinale a conduta fisioterapêutica CORRETA.
Apoiar o membro no repouso, usar polias acima da cabeça para recuperar a amplitude e permitir uma tração leve durante as transferências feitas pelo familiar em casa.
Posicionar o membro em alinhamento, manter uma tipoia durante a maior parte do dia e iniciar abdução resistida para ativar o deltoide precocemente.
Apoiar o membro nas transferências e no repouso, orientar o manuseio, mobilizar a escápula, manter rotação externa do úmero na elevação e considerar estimulação elétrica.
Sustentar o braço durante a marcha, elevar passivamente até o limite disponível e priorizar a amplitude mesmo quando a rotação escapular permanece insuficiente.
Restringir o movimento do ombro, treinar a mão em tarefas isoladas e iniciar o apoio funcional depois do aparecimento de atividade voluntária proximal.