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No ambiente hospitalar, um paciente apresenta dispneia, taquipneia e sinais de comprometimento da oxigenação, sendo indicada a realização de gasometria arterial para análise das trocas gasosas. Considerando os mecanismos fisiopatológicos e os parâmetros gasométricos relacionados a insuficiência respiratória, o quadro de insuficiência respiratória hipoxêmica caracteriza-se principalmente por:
Redução da pressão arterial de oxigênio, indicando comprometimento da oxigenação e alteração das trocas gasosas pulmonares.
Elevação isolada da frequência respiratória, mesmo quando os parâmetros relacionados a oxigenação e a ventilação permanecem dentro dos valores esperados.
Redução isolada da frequência cardíaca associada a manutenção da pressão arterial e ausência de alterações relevantes relacionadas as trocas gasosas.
Aumento da força dos músculos inspiratórios acompanhado de ventilação pulmonar adequada e manutenção dos parâmetros gasométricos dentro dos valores esperados.
Aumento da capacidade vital associado a preservação da oxigenação arterial e a manutenção adequada das trocas gasosas pulmonares.