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As diretrizes estabelecidas pelas sociedades americana e britânica de geriatria detalham os fatores de riscos para quedas conforme o ambiente em que o idoso se encontra. Em relação aos riscos associados às quedas em idosos residentes na comunidade e em ambiente hospitalar, é correto afirmar:
A instabilidade de marcha, a fraqueza dos membros inferiores e o uso de medicações sedativas que agem centralmente destacam-se como fatores de risco de quedas identificados especificamente em idosos hospitalizados.
O comprometimento das atividades de vida diária e o histórico prévio de quedas atuam de forma isolada como fatores de risco em idosos na comunidade, sendo essas variáveis descartadas na avaliação de pacientes internados.
A faixa etária avançada de indivíduos acima de 60 anos e a presença de patologias metabólicas inflamatórias constituem os únicos componentes comunitários que disparam o risco de acidentes domésticos.
Os fatores ambientais de risco na comunidade compreendem somente as disfunções internas do idoso, de modo que tapetes soltos, escadas sem corrimão e superfícies escorregadiças são considerados fatores neutros.
A incontinência urinária e a necessidade frequente de ir ao banheiro figuram como componentes de risco protetores, ajudando o idoso hospitalizado a manter o nível de alerta e com tônus muscular dinâmico durante a internação.