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A implementação da mobilização precoce na Unidade de Terapia Intensiva requer uma análise criteriosa por parte do fisioterapeuta para garantir a segurança e a efetividade do tratamento. Considerando-se as recomendações gerais das Diretrizes Brasileiras de Mobilização Precoce em Unidade de Terapia Intensiva, é correto afirmar:
As barreiras classificadas como modificáveis devem ser tratadas como impedimentos intransponíveis pela equipe multidisciplinar, suspendendo-se permanentemente a busca ativa por metas funcionais.
Os eventos adversos que afetam os sistemas hemodinâmico e respiratório durante o atendimento são frequentes na rotina hospitalar, consolidando a mobilização como uma prática de elevado risco.
O manejo do desconforto respiratório induzido pela mobilização exige ajustes nos parâmetros do ventilador mecânico para melhorar o sincronismo se o paciente estiver sob ventilação invasiva, ao passo que o suporte não invasivo deve ser iniciado caso ele esteja em respiração espontânea.
A independência do indivíduo para a realização de transferências e locomoção constitui um objetivo terapêutico isolado e exclusivo do fisioterapeuta, desobrigando os demais membros da equipe de UTI dessa busca.
A ocorrência de alterações hemodinâmicas e metabólicas nos pacientes adultos exige que as notificações de efeitos colaterais sejam omitidas para simplificar a evolução clínica diária no prontuário.