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Um paciente adulto, no período subsequente à consolidação clínica de fratura diafisária do fêmur, inicia acompanhamento fisioterapêutico ambulatorial. Na avaliação funcional e cinesiológica, evidenciam-se hipotrofia muscular no compartimento anterior e medial da coxa, redução do desempenho em atividades que exigem sustentação de carga e controle excêntrico, além de dificuldade na execução de tarefas em cadeia cinética fechada, como a ascensão de degraus. Com base nos princípios da fisiologia do reparo tecidual, da progressão terapêutica e da segurança biomecânica na fase inicial da reabilitação pós-fratura, assinale a alternativa que representa a conduta mais adequada nesse momento evolutivo:
Instituir fortalecimento muscular progressivo de quadril e coxa, com predomínio inicial de exercícios isométricos e respeito à tolerância mecânica dos tecidos em reparo.
Introduzir protocolo de treinamento resistido de alta intensidade logo após a retirada da imobilização, com o objetivo de restaurar rapidamente a força muscular perdida.
Priorizar alongamentos intensivos e sustentados da musculatura da perna, visando compensar possíveis encurtamentos decorrentes do período de imobilização.
Realizar exclusivamente mobilizações articulares passivas do quadril e joelho até que a amplitude de movimento esteja completamente restabelecida.
Postergar qualquer intervenção ativa até a recuperação completa da massa muscular, evitando contrações que possam interferir no processo de consolidação óssea.