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Em relação à troca de energia durante a marcha, é correto afirmar que
a transferência de energia é maior em velocidades muito altas (corrida) do que em velocidades intermediárias.
as energias cinética e potencial variam de forma independente, sem qualquer relação de compensação.
a energia necessária para caminhar é fornecida ativamente pelos músculos, com 50% do total de energia em cada passo.
durante a maior parte da fase de apoio, o joelho permanece fletido entre 60° e 90°, o que contribui para reduzir o gasto energético total da marcha.
a transferência entre energia potencial gravitacional e cinética pode responder por até 70% das mudanças totais de energia por passada, deixando apenas 30% para os músculos.