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A doença de Parkinson (DP) se manifesta com maior frequência depois dos 50 anos de idade, considerada um dos distúrbios nervosos mais comuns dos idosos, que acomete tanto homens quanto mulheres e, que em alguns casos, pode ser hereditária, principalmente quando acomete uma pessoa jovem. É descrita como uma doença neurodegenerativa que ocorre quando as células nervosas do cérebro que produzem dopamina são destruídas lentamente. Além disso, os sinais e sintomas da doença de Parkinson (DP) são de início insidioso e assimétrico, podendo, qualquer uma de suas manifestações, aparecer isoladamente ou em associação, podendo variar de paciente para paciente. Diante do exposto a respeito dos sinais e sintomas da doença de Parkinson (DP), assinale a alternativa que apresenta a descrição correta da rigidez.
Corresponde à dificuldade de iniciar o movimento, e a lentidão e pobreza de movimentos que tais pacientes exibem. Os movimentos voluntários e automáticos estão reduzidos em sua velocidade, alcance e amplitude. É resultado da falta de integração da informação sensitiva pelos gânglios da base, com uma alteração no planejamento motor e na facilitação do movimento. Essa alteração na mão dominante leva a uma escrita lenta e com letra pequena (micrografia) e à dificuldade nas atividades de vida diária (AVD's). Além disso, a face do paciente também é alterada, perde a expressão espontânea.
É definido como surtos involuntários rítmicos, alternados de movimento de grupos musculares antagonistas, ocorrendo cerca de 4 a 7 oscilações por segundo. Clinicamente descrito como sendo de repouso, exacerba-se durante a marcha, no esforço mental e em situações de tensão emocional, diminui com a movimentação voluntária do segmento afetado e desaparece com o sono. Mas à medida que a doença avança, ele pode ocorrer com o movimento e não só ao repouso.
Trata-se de uma forma de hipertonia denominada plástica, em que a resistência à movimentação passiva é uniforme ao longo de toda a excursão do segmento mobilizado (roda dentada) e em todas as direções. Pode ter distribuição desigual, iniciando, frequentemente, em um membro, ou em um dos lados, e, eventualmente, disseminando-se até envolver todo o corpo. Ela aumenta com tensão nervosa ou nos ambientes frios. Um dos primeiros sinais dessa alteração, é a perda dos movimentos associados dos braços durante o andar. Os casos mais avançados mostram extensão do punho, flexão das articulações metacarpofalangianas e hipertensão das articulações interfalangianas. E, embora esse sintoma não seja responsável pela escassez de movimento que caracteriza o parkinsonismo, indubitavelmente contribui para ela.
É uma incapacidade transitória na execução de movimentos ativos. Ele afeta mais comumente as pernas ao andar, mas também pode envolver a abertura das pálpebras. A parada ocorre subitamente e é transitória, durando, no máximo, alguns segundos de cada vez. Os pés parecem “grudados no solo” e, então, subitamente, “se desprendem,” possibilitando que o paciente caminhe novamente. Costuma ocorrer quando o paciente começa a andar, tentar voltar quando está caminhando ou quando teme não ser capaz de lidar com barreiras como portas giratórias, corredores estreitos ou ruas com tráfego pesado.
As reações de endireitamento, equilíbrio e extensão protetora estão todas diminuídas. Quando o equilíbrio se perde, os ajustes compensatórios imediatos, necessários para que seja recuperado o equilíbrio, ficam reduzidos. Se o paciente chega a cair, poderão estar ausentes as respostas protetoras, resultando em lesões frequentes. Na medida em que falham, o paciente colapsa na cadeira quando tenta sentar-se (senta-se em bloco). Serve para diferenciar o Parkinson de outras alterações motoras. Correspondem a um alentecimento dos movimentos, especialmente os automáticos, havendo uma pobreza geral da movimentação. Na instabilidade postural os pacientes experimentam dificuldades crescentes durante atividades dinâmicas desestabilizantes, como: alcance funcional, andar e virar.