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Um indivíduo caiu do 3º andar de um prédio em construção e sofreu um traumatismo raquimedular. Após a fase de choque medular, observou-se que o nível de lesão medular é L2 e a lesão foi completa. A capacidade funcional que este paciente pode atingir é:
deambulação sem uso de órtese ou dispositivos de assistência para membros inferiores. Independente para todas as atividades funcionais.
deambulação com órtese recíproca para marcha e dispositivos de assistência para exercícios. Independência modificada para todas as atividades exceto no chão e escadas.
deambulação com órtese joelho-tornozelo-pé ou órtese recíproca para marcha e dispositivos de assistência para os exercícios. Independência modificada para todas as atividades funcionais.
deambulação com órtese joelho-tornozelo-pé, não necessita de dispositivo de assistência. Independência modificada para todas as atividades.
não deambula, abaixa-se para alívio de pressões. Independência funcional exceto para atividades no chão e em escadas.
São pontos essenciais na avaliação de um paciente portador de doença neurológica, EXCETO:
Tônus
Coordenação
Equilíbrio
Teste de Finkelstein
Reflexos
Uma criança com reflexo tônico cervical assimétrico, após 6 meses de vida, deve ser estimulada à quebra do padrão primitivo, sendo colocada em posição que a leve ao alcance bimanual de objetos, com alinhamento frontal de cabeça.
Um paciente que sofreu um traumatismo crânio encefálico por acidente de carro recebe atendimento clínico adequado para as lesões diretas como para as secundárias. Na fase aguda o paciente é avaliado por meio da Escala de Coma de Glasgow, e os resultados classificarão a gravidade da lesão. Os domínios que esta escala avalia são:
localização da dor, fechamento dos olhos e controle de esfincteres.
resposta motora, abertura dos olhos e resposta verbal.
controle de esfíncteres, abertura dos olhos e resposta verbal.
localização da dor, abertura dos olhos e reposta motora.
controle de esficnteres, resposta motora e resposta verbal.
A reabilitação neurológica é a única forma de tratamento da doença de Parkinson. Assim, cabe ao fisioterapeuta, após detalhada avaliação, escolher técnicas que visam prevenção da rigidez, inibição dos tremores, aumento da velocidade dos movimentos e estabilidade postural.
A criança com mielomeningocele na região lombossacra de L5–S1 apresenta paralisia flácida de membros inferiores.
O telencéfalo é dividido em giros, alguns giros apresentam funções específicas. Os giros que apresentam as funções motora e sensibilidade somatossensorial são, respectivamente:
giro pré-central e giro pós-central.
giro frontal inferior e giro pós-central.
giro pós-central e giro pré-central.
giro pré-central e giro frontal inferior.
giro pós-central e giro frontal inferior.
Na lesão de plexo braquial durante o parto, a mobilização e o estímulo dos movimentos do ombro devem ser iniciados imediatamente no pós-parto.
O tratamento fisioterápico da criança com distrofia muscular de Duchenne deve incluir treinamento de força, estando contraindicados exercícios de alongamento, principalmente de gastrocnêmio e solear.
A membrana do terminal pré-sináptico se despolariza, ocasionando a abertura de canais de Na+ como portais de voltagem.
Os fatores que limitam o tratamento da esclerose múltipla são os surtos que se repetem separados por remissões que duram alguns meses ou anos e, à medida que isso acontece, a regressão torna-se menos completa, e uma base de invalidez persiste depois de cada remissão.
Para uma criança com paralisia cerebral que apresenta espasticidade grave de membros inferiores, com consequente posicionamento de tornozelo em equino varo, uma boa indicação de prevenção de deformidade é o uso de uma órtese tornozelo-pé (tutor curto) com estabilização em posição neutra de tornozelo.
Homem, 52 anos, apresentou fraqueza no hemicorpo D e tombou no solo, enquanto trabalhava na lavoura. Foi encontrado após algumas horas e transportado ao hospital local. Recebeu diagnóstico de acidente vascular encefálico (AVE) resultante de bloqueio súbito de uma artéria, impedindo o fluxo de sangue para uma região cerebral. Foi encaminhado à fisioterapia e, na avaliação, o paciente apresentava a face direita alterada, incapacidade de mover o braço e a perna direitos, e diminuição da sensibilidade no lado direito do corpo, necessitando de assistência máxima para se movimentar.
Nesse caso, com base na incapacidade decorrente da lesão (sequela), o quadro deste paciente pode ser classificado de
hemiplegia incompleta proporcionada à direita.
hemiparesia incompleta proporcionada à direita.
hemiparesia completa desproporcionada, com predomínio braquial à direita.
hemiplegia completa proporcionada à direita.
hemiplegia completa desproporcionada com predomínio braquial à direita.
O acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico é uma doença cerebrovascular de grande incidência e morbidade, que resulta em importantes incapacidades físicas e(ou) mentais. Programas de reabilitação têm contribuído significativamente para diminuir os danos causados pela doença; porém, para que o êxito seja alcançado, é fundamental que se iniciem o mais cedo possível.
Paralisia cerebral é um conjunto de disfunções motoras, secundária a uma lesão ou disfunção do SNC. Pode ser reconhecida, também, como resultado de doença cerebral progressiva ou degenerativa. Seus principais sinais clínicos são espasticidade, atetose, ataxia e hipotonia.