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O tratamento de lactentes e crianças é um dos aspectos mais desafiadores e recompensadores da terapia respiratória. A prática clínica competente desta área requer conhecimento das muitas diferenças fisiopatológicas que existem entre os lactentes, as crianças e os adultos. As estruturas respiratórias fundamentais dos lactentes, crianças e adultos diferem não somente em tamanho, mas também em posição e função. Marque a alternativa incorreta com relação a estas diferenças.
A caixa torácica do neonato é composta principalmente de cartilagem, não sendo muito complacente. Durante períodos de dificuldade respiratória, a parede torácica do latente não costuma sofrer muitas deformações.
A taxa metabólica basal de um neonato a termo de 3kg é de aproximadamente 2kcal/kg/h, quase o dobro da taxa de um adulto. Isto significa que o consumo de O2 e a produção de CO2 (por quilograma) pelo lactente também são duas vezes maiores do que os do adulto.
As grandes vias aéreas condutoras do lactente são mais curtas e mais estreitas do que as do adulto. A traqueia normal do neonato possui aproximadamente 5 a 6cm de comprimento e 4mm de diâmetro, enquanto que o prematuro pequeno pode apresentar uma traqueia com 2cm de comprimento e diâmetro de 2 a 3mm.
A maioria dos lactentes respira, exclusivamente, através do nariz. No entanto, 30% a 40% dos neonatos algumas vezes respiram através da boca, tanto espontaneamente quanto em resposta à oclusão nasal. Se um lactente prematuro estiver respirando oralmente, pode haver uma maior probabilidade de obstrução das vias aéreas.