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Um recém-nascido (RN) com peso ao nascimento de 3.415 g, idade gestacional de 39 semanas, Apgar 1/3/4, nascido de parto normal, não chorou ao nascer, apresentando batimentos cardíacos abaixo de 100 bpm. Verificou-se líquido amniótico meconial espesso. Na unidade de terapia intensiva neonatal, evoluiu com piora clínica, em gravíssimo estado geral, com acidose mista grave, hipóxia e hipercapnia. A criança evoluiu também com sinais clínicos de hipertensão pulmonar persistente do RN, sendo iniciados milrinona de 0,3 mcg/kg/min e terapia com NOi na dose de 20 ppm, com cerca de cinco horas de vida. O fisioterapeuta avalia e reconhece a indicação de realizar técnicas de reexpansão pulmonar nesse paciente, porém essas são contraindicadas na presença de
condições clínicas que predispõem atelectasias pulmonares.
condições de deterioração das trocas gasosas.
necessidade de aumento de parâmetros ventilatórios.
situações clínicas de redução de volumes pulmonares.
casos de hipertensão pulmonar persistente.