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Quanto aos estudos compartilhados entre os distúrbios neurológicos e a fonoaudiologia, é correto afirmar que as (os)
causas da disfagia neurogênica são as traumáticas musculares, as doenças compressivas da coluna cervical, o uso prolongado de sondas nasoenterais, a traqueostomia e o câncer de cabeça e pescoço.
critérios fonoaudiológicos para decanulação traqueal são: escore na escala de coma de Glasgow maior que 8, necessidade de se manter o cuff insuflado, aumento de secreção orotraqueal com aspecto fluído e coloração clara, sinais clínicos de voz molhada, ausência de sinais clínicos de aspiração traqueal e ausência de tosse voluntária.
manobras posturais que podem ser adotadas durante a intervenção fonoaudiológica nos quadros de disfagia, a depender do tipo de comprometimento, podem ser cabeça fletida, cabeça estendida, cabeça rotacionada para o lado ruim e cabeça inclinada para o lado melhor.
indicações mais frequentes para a avaliação fonoaudiológica à beira do leito são: alto ganho ponderal, incoordenação das funções de fala e deglutição, apneia, saturação adequada durante a alimentação, tempo de alimentação diminuído e ausência de tosse.
alterações encontradas na disartrofonia são exclusivamente específicas na articulação da fala e na respiração.