

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
No atendimento de uma criança autista, observou- se o seguinte funcionamento de linguagem no diálogo entre o terapeuta (T) e a paciente (P):
(linha 1) P: Tia, apaga a luz do quarto, apaga a luz do quarto tia.
(linha 2) T: De que jeito? Não… 'cê' ta pensando que aqui é seu quarto? De jeito e maneira… não, não…
(linha 3) P: Jeito e maneira, jeito e maneira, jeito e maneira.
A partir da análise do diálogo acima, é possível afirmar que:
A expressão lingüística manifesta pelo paciente na linha 3 é caracterizada como disglossia, sintoma recorrente na fala de crianças autistas.
A expressão lingüística manifesta pelo paciente na linha 3 é caracterizada como ecolalia, sintoma recorrente na fala de crianças autistas.
A expressão lingüística manifesta pelo paciente na linha 3 é caracterizada como glossolalia, sintoma recorrente na fala de crianças autistas.
A expressão lingüística manifesta pelo paciente na linha 3 é caracterizada como parafasia, sintoma recorrente na fala de crianças autistas.
A expressão lingüística manifesta pelo paciente na linha 3 é caracterizada como jargonafasia, sintoma recorrente na fala de crianças autistas.